6 Mitos sobre Seguros de Saúde

Escrito por Conselhos do Consultor

01.12.20

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5 min de leitura

“O Seguro de Saúde é muito caro, é muito difícil aderir e não tem muitas coberturas!” – Mitos como este são muitas vezes utilizados pelos portugueses para justificarem a decisão em não aderir a um seguro de saúde. Mas será que são verdade?

Confuso sobre se deve ou não aderir a um Seguro de Saúde? Comece por desmistificar alguns dos mitos mais frequentes sobre Seguros de Saúde antes de tomar a sua decisão.

1- O Seguro de Saúde é muito caro

Este talvez seja o mito ou a crença mais frequente sobre o Seguro de Saúde. Se olharmos há uns anos atrás, talvez estes seguros fossem um pouco caros para a maioria dos portugueses. Mas atualmente, e com a oferta alargada das seguradoras, é possível ter um seguro com as coberturas base por apenas 10€ por mês, por exemplo.
Claro que o seguro pode atingir valores mais elevados mas tudo dependerá das coberturas. Depois também é importante comparar os limites de capital das coberturas. Por norma, cada seguradora define um limite por ano e por pessoa em algumas despesas específicas.
Uma das formas de conseguir poupar é evitar coberturas que não lhe interessam e que podem encarecer o seguro.

2- É muito complicado aderir a um Seguro de Saúde

Cada vez é preciso menos burocracia para aderir a um Seguro de Saúde. Basta fornecer os seus dados pessoais, preencher um inquérito médico e acordar a forma de pagamento.
O mais “trabalhoso” será mesmo a pesquisa das várias ofertas que existem e a decisão, não só pela seguradora, mas também pelas coberturas. Depois disso, o processo de adesão é muito simples. Aliás, atualmente pode fazê-lo online nos portais das seguradoras.

3- As coberturas são muito restritas

A oferta existente no mercado obrigou à evolução dos seguros de saúde. O leque de coberturas é cada vez mais alargado: hospitalização, pequena cirurgia em ambiente hospitalar, ambulatório, consultas em consultório ou ao domicílio, serviços de atendimento permanente, exames auxiliares de diagnóstico, tratamentos, medicamentos, parto, doenças graves, segunda opinião médica, estomatologia ou extensão de coberturas no estrangeiro.
Também já é possível encontrar seguros para quem procura sessões de terapia por doença mental e até medicinas alternativas onde se incluem, por exemplo, sessões de acupuntura.
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Leia também: Seguro de Saúde – Modalidades de Pagamento

4- O Seguro de Saúde não é personalizável

As seguradoras evoluíram no sentido de permitir aos clientes personalizarem o seguro de saúde com base nas suas reais necessidades. Por exemplo, se já tem filhos e não pensa voltar a ter, não fará sentido ter no seu seguro uma cobertura para partos, não é verdade? Para além disso, as necessidades de uma pessoa com 25 anos são diferentes de quem tem 50 anos. As segurados sabem disso e permitem essa personalização.
O importante é que tenha isto em consideração quando for escolher o seu seguro. As opções de personalização podem-lhe permitir pagar menos ao descartar algumas coberturas. Por outro lado, deve assegurar que escolhe um seguro que inclua as coberturas que considera serem as essenciais para si ou para a sua família.

5- A existência de uma doença preexistente impossibilita a adesão ao seguro

Se tiver uma doença preexistente à data da realização do contrato, pode na mesma aderir ao seguro. O que acontece é que usualmente há a exclusão dessas doenças do contrato. Para além disso, no contrato pode ainda constar um período de carência, não superior a um ano, para a cobertura de doenças preexistentes.
Há ainda outras situações de exclusão como por exemplo: alcoolismo, consumo de drogas, interrupção voluntária de gravidez, entre outras. Tenha em atenção todas as exclusões!
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Leia também: Seguro de Saúde e Vida – O que pode agravar o prémio?

6- As despesas com o Seguro de Saúde não são dedutíveis no IRS

Ao utilizar o seguro de saúde também terá direito a deduções em sede de IRS. O código do IRS admite que 15% dos prémios pagos com seguros de saúde sejam deduzidos no IRS. No entanto, existe um limite para as deduções com despesas de saúde: 1.000€. Ou seja, não pode deduzir mais do que isto independentemente do que gastar.
A seguradora é a responsável por lhe enviar a declaração onde constam as despesas realizadas com os prémios. Depois, basta incluir o valor no anexo H do IRS.

Seguros de Saúde – Analise antes de decidir que não é uma boa opção!

Agora que já o ajudámos a desmistificar alguns mitos e a esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes, não se esqueça de se informar antes de assumir que o Seguro de Saúde não é para si. Investir na saúde é sempre um dos melhores investimentos que pode fazer por si mas também pela sua família.
Por isso, deixamos-lhe um último conselho: peça uma simulação gratuita do melhor Seguro de Saúde para si e para a sua família. Para isso, só tem de preencher este formulário ✍. Depois, receberá uma proposta, sem qualquer compromisso. Lembre-se que o aconselhamento especializado pode fazer muita diferença no valor que vai pagar e nas coberturas a que terá direito.
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Leia também: 7 Dicas a ter em conta antes de escolher um Seguro de Saúde

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